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Postby pco69 » 06 Feb 2008 16:35

Fiquei na dúvida se colocava este post aqui ou na ficção especulativa :lol2: visto que faz (faço eu :whistling: ) uma relação entre esta noticia do Publico e o enredo do livro.

Quem tenha lido o livro, deve lembra-se da ilha de destroços que circula à volta do oceano pacifico.

Noticia hoje no Publico

A maior lixeira flutuante do mundo fica no oceano Pacífico e estende-se do Japão ao Havai
06.02.2008

PUBLICO.PT
Uma equipa de oceanógrafos norte-americanos chama “sopa de plástico” aos cem milhões de toneladas de resíduos que flutuam no Oceano Pacífico desde o Japão ao Havai. Dizem que é a maior lixeira do mundo, com o equivalente a duas vezes o tamanho dos Estados Unidos. Está a ser acompanhada desde 1997 e, desde então, não tem parado de crescer.
Segundo explica Charles Moore, oceanógrafo americano que descobriu o fenómeno, ao jornal “The Independent”, os resíduos não biodegradáveis mantêm-se concentrados devido às correntes oceânicas, a 500 milhas náuticas da costa da Califórnia.

“Inicialmente as pessoas pensavam que era uma ilha de lixos plásticos, sobre a qual quase se podia andar. Mas não é bem isso. É mais como uma sopa de plástico”, explica Marcus Eriksen, investigador da Fundação Algalita para Investigação Marinha.

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer compara a lixeira flutuante a um ser vivo. “Move-se como um animal enorme”. Quando chega a terra, no arquipélago do Havai, a praia fica coberta de lixo.

Segundo a edição online do jornal, cerca de um quinto dos resíduos provêm de descargas de navios e de plataformas petrolíferas. O resto vem do continente.

Moore descobriu a lixeira em 1997 quando participava numa regatta entre Los Angeles e o Havai, numa zona com pouca circulação oceânica, devido aos ventos fracos. Ontem alertou que, a menos que os consumidores reduzam os seus resíduos plásticos, a lixeira pode duplicar de tamanho nos próximos dez anos.

David Karl, oceanógrafo na Universidade do Havai diz que “não há razão para duvidar” da Fundação Algalita mas defende que são precisos mais estudos sobre a dimensão e natureza da “sopa de plástico”. Karl está a preparar uma expedição que vai ao local no final deste ano.

Segundo a ONU, os resíduos de plástico são responsáveis pela morte de mais de um milhão de aves marinhas e mais de cem mil mamíferos marinhos por ano.
Fenómenos desencadeantes de enfarte do miocárdio

Esforços físicos, stress psíquico, digestão de alimentos, coito, tempo frio, vento de frente e esforços a princípio da manhã.

Ou seja, é extremamente perigoso fazer sexo ao ar livre com vento de frente, após ter tomado o pequeno almoço numa manhã de inverno...

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Re: Samurai: Nome de código

Postby pco69 » 14 May 2013 13:40

Expedição vai medir ilha de lixo no oceano Pacífico
<_<

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interio ... id=3216598
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Re: Samurai: Nome de código

Postby pco69 » 17 Jul 2014 08:06

A ficção a reboque da realidade?
Ou a realidade a reboque da ficção? :(

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interio ... ra&page=-1


Plástico tem duas vezes a superfície da França
por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca04 junho 201412 comentários

Fotografia © Leonel de Castro/Global ImagensPequenos pedaços de plástico em quantidades tais que "podiam ser recolhidas à mão" e uma superfície de poluição com até "duas vezes a dimensão da França" foram as descobertas da expedição científica francesa ao 'continente de plástico' no Atlântico Norte.

"Estivemos em zonas com fortes concentrações de micropartículas de plástico", afirmou à AFP o promotor do projeto, Patrick Deixonne, depois do regresso da missão.

Este já tinha dirigido uma expedição similar em 2013 ao Pacífico.

Desta vez, a missão de três semanas no Atlântico Norte, começada no início de maio, a partir da ilha francesa Martinica, num 'catamaran' de 18 metros, beneficiou dos contributos do centro francês de análises e previsões oceânicas Mercator Océan.

"Isto permitiu-nos irmos dirigidos de forma muito precisa às zonas com fortes concentrações de plástico, impressionantes pela quantidade de micro plástico que encontrámos no local", disse Patrick Deixonne.

"Há dois tipos de resíduos", disse, desde logo os volumosos, como garrafas e bidões, que flutuam. "Se tivéssemos tempo de os recolher, enchíamos o barco num dia", acrescentou.

E, depois, há "a parte imersa do icebergue", as micropartículas, cuja dimensão pode ir da de uma unha à de nano-partículas apenas visíveis no microscópio. Por norma, são recolhidas com a ajuda de uma rede especial para medir a sua concentração na água.

"Apanhei amostras de plástico, de água do mar, de algas, que vou analisar agora", disse, por seu lado, Alexandra Ter Halle, química no Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, na sigla em Francês), que integrou a equipa de nove pessoas a bordo do catamaran.

Milhões de toneladas de resíduos provenientes das costas e dos rios flutuam em todos os oceanos, nos cinco principais giros (sistema de rotação de correntes oceânicas), a força centrípeta que aspira, de forma lenta, os detritos para o centro.

Para realçar a sua importância, mesmo que estas zonas se assemelhem mais a uma 'sopa' que a uma superfície tangível, têm sido designadas como o '7.º continente'.

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