Notícias da BD

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 02 Jul 2013 07:54

thorgal.do.t wrote:Em Novembro teremos o novo Thorgal, Kah-Aniel. :D :cheers:
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Presumo que em França, não? :P
Fenómenos desencadeantes de enfarte do miocárdio

Esforços físicos, stress psíquico, digestão de alimentos, coito, tempo frio, vento de frente e esforços a princípio da manhã.

Ou seja, é extremamente perigoso fazer sexo ao ar livre com vento de frente, após ter tomado o pequeno almoço numa manhã de inverno...

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 02 Jul 2013 21:45

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DC Entertainment's Vertigo Reveals Details Surrounding Neil Gaiman's Highly Anticipated Return to THE SANDMAN - See more at: http://www.vertigocomics.com/blog/2013/ ... x9Q5M.dpuf

Bem.. já tenho os 7 primeiros e já vou no segundo em termos de leitura... :whistle:
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Re: Notícias da BD

Postby thorgal.do.t » 04 Jul 2013 18:11

pco69 wrote:
thorgal.do.t wrote:Em Novembro teremos o novo Thorgal, Kah-Aniel. :D :cheers:
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Presumo que em França, não? :P

Presumes bem. :gen068:
Felizmente sei francês. ;)

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 23 Oct 2013 11:42

Notícias da BD:

* Temos o festival da Amadora à porta

* Dog Mendonça III vai sair durante o AmadoraBd

* O Público e a ASA vão lançar mais uma coleção conjunta: a enésima edição de Asterix, agora dedicada às viagens

1 Astérix e os Godos 25-Out
2 Astérix Gladiador 01-Nov
3 Astérix e Cleópatra 08-Nov
4 Astérix e os Bretões 15-Nov
5 Astérix Legionário 22-Nov
6 Astérix nos Jogos Olímpicos 29-Nov
7 Astérix na Hispânia 06-Dez
8 Astérix entre os Pictos 13-Dez
9 Astérix entre os Helvécios 20-Dez
10 Os Louros de César 27-Dez
11 Astérix na Córsega 03-Jan
12 A Grande Travessia 10-Jan
13 Astérix entre os Belgas 17-Jan
14 A Odisseia de Astérix 24-Jan
15 As 1001 Horas de Astérix 31-Jan
16 O Pesadelo de Obélix 07-Fev

De notar no dia 13 de dezembro o novissimo Asterix entre os Pictos.
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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 21 Nov 2013 11:38

http://www.publico.pt/cultura/noticia/a ... as-1613246

“A banda desenhada nunca vai morrer”
Por Tiago da Bernarda
21/11/2013 - 02:21

Depois de um período em que pouco foi publicado, as editoras independentes de banda desenhada voltam a investir cada vez mais em autores e ilustradores portugueses



Vender 400 exemplares de um livro é motivo de júbilo para qualquer editora independente de banda desenhada portuguesa.

Foi o caso de O Baile, de Nuno Duarte e Joana Afonso, que após ter vencido o prémio para melhor álbum português no festival de banda desenhada da Amadora, esgotou a sua primeira edição. Lançado em Outubro de 2012 pela editora Kingpin Books, O Baile é já um caso de sucesso mas que não reflecte a situação actual da banda desenhada portuguesa a nível de vendas.

“Infelizmente o sucesso crítico e sucesso de vendas não coincidem”, disse ao PÚBLICO Mário Freitas, fundador da Kingpin Books. Com tiragens que variam entre os 200 e os 700 exemplares, os livros publicados pelas editoras independentes de BD em Portugal mantêm um fenómeno de culto reduzido ou, como vários na indústria referem, “um nicho dentro de um nicho”.

“Se a cultura é um nicho e a leitura também, então a BD é apenas um cantinho nesse nicho”, afirmou Nuno Duarte, autor nas Produções Fictícias e argumentista de O Baile. “Nós temos autores, editores e público mas faltam-nos duas coisas: distribuição e divulgação”, palavras de Pedro Pereira, também conhecido como Pepdelrey da editora El Pep, que apresenta um dilema comum e que parece retratar a génese das pequenas editoras de BD portuguesa e o espírito da autopublicação.

“As grandes editoras não se chegam à frente e portanto aparecem artistas que querem fazer banda desenhada só porque gostam de banda desenhada”, comentou Pedro Moura, investigador e crítico de banda desenhada. Estas duas editoras, por exemplo, publicaram este ano dois livros que contam a história de um paciente anónimo, agitado por uma crise existencialista, que tenta escapar do hospício onde está internado.

Duas sinopses semelhantes mas com grandes diferenças. Um apresenta a agonia do seu protagonista a partir de uma técnica mista sobreposta por tinta-da-china e o outro tira partido de uma ilustração digital minimalista que acompanha a metamorfose gradual de um homem que se transforma em esquilo. Psicose, de Miguel Costa Ferreira e João Sequeira, lançado em Abril de 2013 pela El Pep, e Palmas Para o Esquilo, de David Soares e Pedro Serpa, lançado pela Kingpin Books em Julho de 2013, são dois álbuns que exemplificam o que no final dos anos 80 se definiu como “banda desenhada de autor”.

No caso de O Baile, uma reinvenção do género thriller norte-americano sobre um agente da polícia política PIDE que investiga casos paranormais, desenhado por Joana Afonso, formada em pintura e animação, contribui com um estilo de ilustração próprio sem semelhança a qualquer um dos seus contemporâneos.

No entanto, o seu sucesso de vendas não foi motivo de espanto para Mário Freitas, da Kingpin Books, que já tinha previsto que a primeira edição de O Baile iria esgotar, tendo em conta que os vencedores das últimas edições do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora também esgotaram a sua primeira edição. A editora Polvo imprimiu uma segunda edição de O amor infinito que te tenho e outras histórias, de Paulo Monteiro, considerado melhor álbum em 2011, enquanto As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy, escrito por Filipe Melo e editado pela Tinta-da-China, vencedor do mesmo prémio em 2012, já vai na terceira.

Então o que mudou no rumo da banda desenhada portuguesa? “Não se vêem tanto as novas tendências como se vêem formas mais inteligentes de edição”, analisa Pedro Moura. “Nos anos 90 havia uma conversa megalómana onde algumas editoras independentes achavam que iriam conquistar todo o panorama, e agora temos editoras que começaram com lançamentos pequenos e gradualmente foram conquistando o seu público.” Pedro Moura, que foi comissário da exposição de banda desenhada Tinta nos Nervos, no Centro Cultural de Belém em 2011, refere a Chili Com Carne e a Edições Polvo como editoras marcantes que surgiram nos finais dos anos 90. Editoras vanguardistas que publicavam pequenas tiragens de artistas interessados em fazer BD mas que fugiam às tendências procuradas pelas grandes editoras em Portugal.

“Criou-se uma grande expectativa de que as grandes editoras iriam pegar neles”, comentou Pedro Pereira da El Pep, fundada em 2002. A atitude “faça você mesmo” de artistas portugueses que não queriam estar dependentes de distribuidoras gerou uma produção imensa de micropublicações geralmente disponíveis em feiras, salões e festivais.

No entanto, nos últimos anos, mesmo as editoras independentes deixaram de publicar com tanta frequência. “Até 2008, muitos de nós [editoras independentes] tínhamos parado de publicar”, diz Pedro Pereira. Segundo Marcos Farrajota, fundador da Chili Com Carne e funcionário da Bedeteca de Lisboa, “as editoras pequenas não se conseguiram organizar para serem autónomas na altura.” Mário Freitas, da Kingpin Books, sugere outra razão. “O problema é que foi editada demasiada coisa e demasiada coisa má numa altura de vacas gordas.”

Simultaneamente, o encerramento de espaços como o Salão Lisboa de Banda Desenhada e Ilustração e a reestruturação da Bedeteca de Lisboa conturbaram a já limitada interacção pessoal entre as editoras e o seu público. Contudo Marcos Farrajota dá a entender que não houve apenas uma diminuição de vendas de banda desenhada independente como também da banda desenhada em geral. “As grandes editoras praticaram uma política de ‘terra queimada’ impondo álbuns franco-belgas para um público que já não queria isso.”

O segundo boom
“Quando a oferta começa a baixar, surge a oportunidade das pequenas editoras voltarem ao mercado”, diz Nuno Duarte. “De repente, as editoras ASA e Devir acalmam a sua produção e pessoas como o Mário Freitas metem a Kingpin de pé e começam a trabalhar. O Rui Brito da Polvo e o Pedro Pereira da El Pep voltam a editar.”

Há também o caso de Pedro Brito, co-fundador das edições Polvo e da fanzine Mesinha de Cabeceira, que decidiu investir na sua webcomic Margem Sul. “Essa descida de publicações permitiu que cada um seguisse o seu próprio caminho”, disse.

Insatisfeitos com o mercado português, pessoas como o Pedro Pereira ou Marcos Farrajota levaram alguma da sua mercadoria para feiras internacionais como o Festival de Banda Desenhada de Angoulême, o maior do género a nível mundial. Desde então, Pedro Pereira diz que a recepção de material português lá fora tem sido positiva.

Ainda este ano, a Chili Com Carne lançou o livro O Desenhador Defunto, de Francisco Sousa Lobo, na Galeira Kamm, em Berlim. Joana Afonso, de O Baile, lançou também a minicomic Living Will, com André Oliveira, para ser distribuído no Reino Unido. O Amor Infinito Que Te Tenho, de Paulo Monteiro, que já se encontra em Espanha, França e Polónia, será também distribuído no Brasil e no Reino Unido no início do próximo ano.

Porém, o caso português de maior sucesso a nível comercial tem sido o da trilogia As Aventuras de Dog Mendonça e Pizza Boy, de Filipe Melo. Originalmente editado pela Tinta-da-China, a saga foi publicada também pela Dark Horse Comics, uma das maiores distribuidoras mundiais. Os livros, influenciados pela banda desenhada norte-americana e os filmes de terror e suspense, contam a história de um jovem lisboeta que se junta a uma equipa de criaturas paranormais para impedir a destruição do mundo. O último livro foi lançado a 10 de Novembro, na AmadoraBD.

“O Filipe Melo tem esse olho de perceber que o produto é viável para muitas gerações e possivelmente o primeiro grande sucesso comercial da banda desenhada portuguesa”, comentou Nuno Duarte. Embora um sucesso a nível de vendas, Filipe Melo fez uma campanha de angariação de fundos online para conseguir lançar o último livro, As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy — Requiem.

“Os dois primeiros livros foram um sacrifício financeiro para mim”, confessa Filipe Melo. “A história original foi escrita em 2004 mas só foi publicado em 2009. Acho que o estado do mercado na altura não estava preparado para publicar um livro do género.”

Uma nova postura
A integração de artistas e consumidores de banda desenhada na Internet facilitou a interacção entre ambos. Não só se tornou na plataforma de eleição para exposição de artistas emergentes como também tornou a distribuição de livros num processo mais fácil e menos dispendioso para as editoras independentes.

“Existe uma maior proximidade e uma criação de público a partir das plataformas online”, diz Pedro Brito. “Hoje em dia, se conseguir fazer chegar o meu trabalho a seis mil pessoas e se apenas 10% dessas pessoas decidirem comprar um livro meu, são 600 livros que consegui vender.” Das feiras especializadas para plataformas online gratuitas como o Tumblr, encontram-se ainda artistas interessados em criar fanzines. “Tens putos de 20 anos com cursos superiores que têm ferramentas de divulgação mais acessíveis e rápidas”, defende Pedro Pereira. “Perdeu-se aquele lado amador e agora temos pessoas que amadureceram, com uma visão mais profissional e mais exigentes.”

De uma nova geração de artistas que nasceram no início do vanguardismo dos anos 90, “putos” como o lisboeta Zé Burnay ou os portuenses Rudolfo e Afonso Ferreira, que colaboram também com Marcos Farrajota, da Chili Com Carne, já começam a apostar no mercado internacional. No caso de Rudolfo, foi o artista por detrás de Negative Dad, banda desenhada criada pelo vocalista da banda norte-americana Wavves. “Sinto que a BD em Portugal está mais forte até porque me lembro que há três anos, sentia que era uma das únicas pessoas a fazerem fanzines da banda desenhada mais alternativa.”

Mais influenciados pela cultura pop, mangas, banda desenhada alternativa norte-americana e desenhos animados como Adventure Time, estes artistas dão continuidade ao espírito da autopublicação. No mesmo sentido em que se fugia das grandes editoras, os novos artistas já não se encontram limitados às independentes. ”A banda desenhada nunca vai morrer porque vai sempre haver uma necessidade de produção e de criação. Não são impedimentos sociais ou institucionais que vão impedir que eu, ou qualquer autor de banda desenhada, pegue numa caneta e num papel e produza, digitalize e ponha na Net”, comenta Pedro Brito. “Depois disso, logo se vê.”


Fenómenos desencadeantes de enfarte do miocárdio

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Re: Notícias da BD

Postby Titantropo » 19 Dec 2013 03:04

Bem, já que não encontrei nenhum tópico específico, alguém me sabe dizer como se chama a segunda parte dos X-MEN Days of a Future Past? Ou Dias de um Futuro Esquecido, como aqui é chamado.

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Re: Notícias da BD

Postby Thanatos » 19 Dec 2013 11:25

Titantropo wrote:Bem, já que não encontrei nenhum tópico específico, alguém me sabe dizer como se chama a segunda parte dos X-MEN Days of a Future Past? Ou Dias de um Futuro Esquecido, como aqui é chamado.

Days Future Present?
Não importa como, não importa quando, não importa onde, a culpa será sempre do T!

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Re: Notícias da BD

Postby Titantropo » 19 Dec 2013 14:31

Thanatos wrote:
Titantropo wrote:Bem, já que não encontrei nenhum tópico específico, alguém me sabe dizer como se chama a segunda parte dos X-MEN Days of a Future Past? Ou Dias de um Futuro Esquecido, como aqui é chamado.

Days Future Present?



Pelo que eu entendi, esse não é o segundo volume, mas uma saga em 4 partes que fizeram a partir daquele universo alternativo que criaram precisamente no Dias de um Futuro Esquecido.

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 13 Mar 2014 17:48

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 14 Mar 2014 19:30

http://networkedblogs.com/UM0Xb

(...)
nova colecção Michel Vaillant (com o Público)


Em Nome do Filho (livro 1 da 2ª série)
Voltagem (livro 2 da 2ª série)
O Piloto sem Rosto
O Circuito do Medo
A Rota Nocturna
O Carro n.º 13
A Traição de Steve Warson
Os Intrépidos
O Regresso de Steve Warson
Os Cavaleiros de Königsfeld
Rali em Portugal
Em Memória de David
Uma Aventura na China
Fora de Pista no Inferno
24 Horas sobre Pressão
(...)
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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 31 Mar 2014 10:24

pco69 wrote:
annawen wrote:Que pena :sad: Eu tenho todos os números do Príncipe Valente que saíram e também comprei este último. Por acaso estranhei a ausência de algumas coisas que gostava dos nº anteriores e a qualidade da capa, mas não sabia que o editor era outro. É uma injustiça e uma tristeza que uma pessoa que se tinha empenhado tanto e com tanto gosto por um projecto bastante arriscado, e importante para a edição de BD nacional, se veja desta maneira afastado. Estou a ver que não é desta que o Príncipe Valente tem edição completa em português.


Também tenho todos, incluindo o último.
Também achei que algumas coisas tinham...sei lá....piorado?
Quando li carta aberta do M Caldas, percebi a razão.

O Principe Valente nunca foi uma das BD minhas favoritas, mas quando vi o primeiro livro desta edição, achei que devia comprar.
Por várias razões. Pelo evidente amor do editor pelo tema, pelo trabalho que teve para restaurar a obra e pela coragem que demonstrou em avançar com este projecto, sobretudo neste país. Após começar a ler, acabei por gostar e esperar ansiosamente pelos volumes seguintes

Após ter lido a carta e mesmo sem conhecer o lado do outro editor, decidi não continuar com a série.

Mais opiniões
http://notasbedefilas.blogspot.com/2008/08...pe-valente.html


Retornando ao PV e Manuel Caldas:

Principe Valente continua a ser editado por Manuel Caldas....no Uruguai :ph34r:

http://bandasdesenhadas.wordpress.com/2 ... 1953-1954/
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Re: Notícias da BD

Postby MAGG » 23 May 2014 22:52

Debate sobre a banda desenhada portuguesa.

Image

No dia 24 de Maio , das 16 h às 18 h, na livraria Barata ( avenida de Roma , nº 11 ).

fonte: http://blogtailors.com/amanha-a-bd-port ... na-7376152

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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 15 Sep 2014 21:12

http://bongop-leituras-bd.blogspot.pt/2 ... s-com.html

A Kingpin vai lançar neste Amadora BD 2014 o livro de Joe Kelly e Ken Niimura.
I Kill Giants foi publicado originalmente num formato de série limitada pela Image em 2008, sendo colectado num TPB (capa mole) em Maio de 2009 e posteriormente em Novembro num Hardcover (capa dura).
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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 22 Sep 2014 14:48

BD portuguesa em destaque em Treviso.

http://observador.pt/2014/09/22/portuga ... em-italia/
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Re: Notícias da BD

Postby pco69 » 09 Oct 2014 09:32

http://www.dn.pt/inicio/artes/interior. ... id=4168592


Corto Maltese está de volta
por L.S.

A personagem criada por Hugo Pratt está viva. Se se recomenda é o que fãs e leitores em geral vão poder avaliar em outubro de 2015 quando chegar às bancas uma nova série protagonizada pelo marinheiro, da autoria de Juan Diaz Canales e Rúben Pellejero.

A história da nova aventura ainda não é conhecida. Sabe-se apenas que o livro será editado pela Rizzoli Lizard em Itália, pela Casterman em França e na Holanda e pela Norma Editorial em Espanha.

Os autores são dois espanhóis: o madrileno Juan Diaz Canales, 42 anos, autor de "Blacksad", e o catalão Rúben Pellejero, 62 anos, que desenhou "Dieter Lumpen".
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