Libra - Don DeLillo

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Libra - Don DeLillo

Postby Cerridwen » 09 Nov 2013 11:34

Libra
Don DeLillo


Editora: Sextante Editora
Traduzido do inglês por Paulo faria
ISBN: 978-989-676-059-5
Classificação: Ficção
Páginas: 504

Sinopse: «Neste exercício de ficção em torno do assassínio de John F. Kennedy, DeLillo conta a odisseia de Lee Harvey Oswald, desde a sua adolescência conturbada até se tornar um adulto instável que imagina ser um agente da História. Combinando com mestria facto e ficção, Libra é a investigação grave, assombrosa e brilhante de um acontecimento que se tornou parte indelével da História da América e do mundo.»

Leitura de um excerto: http://recursos.wook.pt/recurso?&id=9445039

Don DeLillo nasceu em Nova Iorque, em 1936. É autor de vários romances e algumas peças de teatro. Recebeu o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize (1999). Em 2000, recebeu a Medalha Howells da American Academy of Arts and Letters, pelo romance Underworld que, também foi considerado um dos três melhores romances dos últimos vinte e cinco anos pela New York Times Book Review.

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Re: Libra - Don DeLillo

Postby Cerridwen » 04 Jan 2014 13:14

Libra, de Don DeLillo (n. 1936), uma reedição importante com nova tradução, desta vez de Paulo Faria. Em 1988, quando o livro saiu, foi um autêntico murro no estômago dos leitores. O romance privilegia o estudo da personalidade de Lee Harvey Oswald, o matador “solitário” de Kennedy. Mas DeLillo sustenta a tese do segundo atirador, «o homem que se encontra parado no espaço vazio», o autor do tiro fatal que levou Jackie a trepar pela traseira do descapotável para «tentar recuperar um fragmento do crânio do marido.» DeLillo passou a vida de Oswald a pente fino (no início dos anos 1950, antes de Oswald emigrar para a URSS, o escritor também vivia no Bronx), e não prescindiu de ler as novecentas páginas do relatório Warren. Ainda que certos factos sejam ficcionados, o retrato de Oswald, um mitómano violento, tem um rigor biográfico inatacável. DeLillo consegue dar espessura a um pária que se considerava marxista, «mas não marxista-leninista», nuance ininteligível para o americano médio dos anos 1960. Notável.

Eduardo Pitta, no seu blogue Da Literatura


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