The Stand (complete and uncut) - Stephen King

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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Thanatos » 27 May 2009 13:13

Samwise wrote:Esse personagem solitário de que falas, é o "Trashcan man"?

Sam



Se for é curioso. A ele maçou-o, a mim depressa se tornou uma das personagens favoritas. Adoro personagens solitárias em territórios inóspitos. :beach:
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 27 May 2009 13:49

Samwise wrote:Esse personagem solitário de que falas, é o "Trashcan man"?

Sam



Não, esse só apareceu uma vez e foi um capítulo bem interessante, mas já nem me lembrava dele :smile:
Eu estava a referir-me ao músico ou ex-musico, pouco depois de atravessar o túnel Lincoln passa uns tempos sozinho, e é até agora a personagem que estou a achar menos interessante, apesar de me identificar muito com a sua divisão inicial entre manter companhia ou manda-la dar uma volta (porque é uma chata do caraças, eu não estava lá e já a mim me irritava com tanta insegurança).

Duas curiosidades:

- um mapa dos EUA era bem-vindo, tendo em conta que o livro é vendido em todo o mundo e nem todos sabemos qual estado faz fronteira com qual, e quais ficam perto ou bem longe
- as vezes vou atras consultar um capítulo que li "prai há 20 páginas" e quando o encontro afinal já foi umas 100 páginas antes
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Thanatos » 27 May 2009 15:38

grayfoxpt wrote:(...)- as vezes vou atras consultar um capítulo que li "prai há 20 páginas" e quando o encontro afinal já foi umas 100 páginas antes


Não quero estar em erro mas penso que li a versão original em coisa de dois dias. A uncut já levei mais um bocado, principalmente porque estava mais preocupado em notar as diferenças. Mas sim, King tem essa coisa de fazer o tempo passar sem darmos por ele.
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 27 May 2009 15:47

Thanatos wrote:Não quero estar em erro mas penso que li a versão original em coisa de dois dias.


com que idade perdeste a virgindade mesmo? :devil2:
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Thanatos » 27 May 2009 15:52

grayfoxpt wrote:
Thanatos wrote:Não quero estar em erro mas penso que li a versão original em coisa de dois dias.


com que idade perdeste a virgindade mesmo? :devil2:



Quem te disse que já a perdi? :unsure:
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 27 May 2009 15:59

Thanatos wrote:
grayfoxpt wrote:com que idade perdeste a virgindade mesmo? :devil2:



Quem te disse que já a perdi? :unsure:


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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby azert » 27 May 2009 17:08

Thanatos wrote:Adoro personagens solitárias em territórios inóspitos. :beach:


Devias ler o Becket, então (se é que não o fizeste já, claro).
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 14 Jun 2009 22:05

A minha observação.


Há situações inexplicáveis, num momento temos um problema que parece insolúvel, no momento seguinte a solução surge nas nossas cabeças num clique instantâneo. Comparativamente, num dia estava na página 900 deste livro, um livro que raramente achava chato ou com excesso de palavras, um livro que estava a gostar. Algumas horas depois estava na página 1000 e a adorar. Não houve nenhum plot twist, nenhum acontecimento espectacular, nada que mudasse radicalmente o rumo do livro, simplesmente me apercebi que aquelas personagens já faziam parte de mim, e me iam deixar saudades dentro de poucas centenas de páginas.

Stephen King é um batoteiro, pelo menos comigo. Não me agarra pelo poder da sua escrita (apesar de a achar ao mesmo tempo suficientemente simples e boa) nem pelos enredos. Em vez disso, dedica-se a cultivar estas personagens na minha cabeça durante páginas e páginas de maneira que quando estão suficientemente desenvolvidas, já estou preso na sua armadilha. Mesmo que o enredo não seja nada de extraordinário por essa altura já estou emocionalmente envolvido para não continuar.
Acho um erro cataloga-lo como um autor de livros de terror. Apesar de este estar presente em muitos dos seus livros (muito pouco em The Stand), é apenas um instrumento que o autor usa para testar as personagens que acabou de criar, como um cientista que coloca um labirinto defronte de um rato de laboratório. O terror não é, definitivamente o mais importante, mas é o que quase todos conhecem dos seus livros.

Se 'Salem's Lot (e muitos outros, presumo) está mais inclinado para o desenvolvimento das personagens do que para a narrativa, então The Stand tomba completamente. Não é que a narrativa seja fraca, muito pelo contrário, começando por um vírus assassino que aniquila perto de 99% da população (presume-se) mundial, seguido da deambulação nos EUA pós-apocalipticos, terminando com uma luta épica entre o bem e o mal, o enredo é, de facto muito bom. Mas empalidece perante o trabalho de desenvolvimento das personagens, chegando o leitor, já perto do fim do livro a conseguir adivinhar as respostas que cada uma dará perante determinada situação. The Stand é um grupo de personagens desenvolvidas com mestria, com elas ri, quase chorei (o mais perto do que alguma vez estive de chorar a ler um livro), fiquei triste contente...vi bons tomar decisões egoistas, maus com sérias problemas de consciência, etc. Podia de cabeça dizer 7 ou 8 personagens que não irei esquecer, tal como este livro.

A pergunta principal poderá ser se achei o livro demasiado longo. Bem, qualquer livro com 1300 páginas é longo, mas chegando ao fim (li a versão uncut) olhando para o global da história posso afirmar que não imagino como seria The Stand com menos páginas, pareceram-me todas elas necessárias. É claro que o livro também tem os seus defeitos, gostava que a narrativa tivesse sido desenvolvida mais espaçadamente ao longo do livro, em vez de ter grande parte concentrada nas ultimas 300 páginas, e gostava também de ter visto a mesma dedicação para o desenvolvimento de personagens do lado “mau”.

The Stand é uma viagem onde conhecemos amigos e inimigos, uma longa viagem, mas que vale sem dúvida a pena. Por muito pouco não entra no meu panteão dos favoritos, por muito pouco...
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Samwise » 15 Jun 2009 11:00

Gostei de ler a tua opinião, Gray. Vi de encontro ao que eu senti quando terminei de o ler.

It's a character-book, mais do que tudo o resto.

Terminada esta maratona, sentes-te capaz de pegar agora no IT?

(já agora, o IT, e como já foi noticiado, é tão character-book como o The Stand - até talvez o seja mais ainda -, e tem a linha narrativa coerente que falta a este...)

Sam
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 15 Jun 2009 11:05

Samwise wrote:Terminada esta maratona, sentes-te capaz de pegar agora no IT?

Sam


Não Sam, tenho medo de chegar a meio do IT e fartar-me da escrita dele, e a minha opinião do livro ressentir-se! Vou deixar passar algum tempo. Mas do que li tenho esperanças que vá gostar ainda mais, porque acho que tem mais terror, mais atenção à narrativa, e muito bom desenvolvimento de personagens também!
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby pageHunter » 15 Jun 2009 11:07

grayfoxpt wrote:A minha observação.


Há situações inexplicáveis, num momento temos um problema que parece insolúvel, no momento seguinte a solução surge nas nossas cabeças num clique instantâneo. Comparativamente, num dia estava na página 900 deste livro, um livro que raramente achava chato ou com excesso de palavras, um livro que estava a gostar. Algumas horas depois estava na página 1000 e a adorar. Não houve nenhum plot twist, nenhum acontecimento espectacular, nada que mudasse radicalmente o rumo do livro, simplesmente me apercebi que aquelas personagens já faziam parte de mim, e me iam deixar saudades dentro de poucas centenas de páginas.

Stephen King é um batoteiro, pelo menos comigo. Não me agarra pelo poder da sua escrita (apesar de a achar ao mesmo tempo suficientemente simples e boa) nem pelos enredos. Em vez disso, dedica-se a cultivar estas personagens na minha cabeça durante páginas e páginas de maneira que quando estão suficientemente desenvolvidas, já estou preso na sua armadilha. Mesmo que o enredo não seja nada de extraordinário por essa altura já estou emocionalmente envolvido para não continuar.
Acho um erro cataloga-lo como um autor de livros de terror. Apesar de este estar presente em muitos dos seus livros (muito pouco em The Stand), é apenas um instrumento que o autor usa para testar as personagens que acabou de criar, como um cientista que coloca um labirinto defronte de um rato de laboratório. O terror não é, definitivamente o mais importante, mas é o que quase todos conhecem dos seus livros.

Se 'Salem's Lot (e muitos outros, presumo) está mais inclinado para o desenvolvimento das personagens do que para a narrativa, então The Stand tomba completamente. Não é que a narrativa seja fraca, muito pelo contrário, começando por um vírus assassino que aniquila perto de 99% da população (presume-se) mundial, seguido da deambulação nos EUA pós-apocalipticos, terminando com uma luta épica entre o bem e o mal, o enredo é, de facto muito bom. Mas empalidece perante o trabalho de desenvolvimento das personagens, chegando o leitor, já perto do fim do livro a conseguir adivinhar as respostas que cada uma dará perante determinada situação. The Stand é um grupo de personagens desenvolvidas com mestria, com elas ri, quase chorei (o mais perto do que alguma vez estive de chorar a ler um livro), fiquei triste contente...vi bons tomar decisões egoistas, maus com sérias problemas de consciência, etc. Podia de cabeça dizer 7 ou 8 personagens que não irei esquecer, tal como este livro.

A pergunta principal poderá ser se achei o livro demasiado longo. Bem, qualquer livro com 1300 páginas é longo, mas chegando ao fim (li a versão uncut) olhando para o global da história posso afirmar que não imagino como seria The Stand com menos páginas, pareceram-me todas elas necessárias. É claro que o livro também tem os seus defeitos, gostava que a narrativa tivesse sido desenvolvida mais espaçadamente ao longo do livro, em vez de ter grande parte concentrada nas ultimas 300 páginas, e gostava também de ter visto a mesma dedicação para o desenvolvimento de personagens do lado “mau”.

The Stand é uma viagem onde conhecemos amigos e inimigos, uma longa viagem, mas que vale sem dúvida a pena. Por muito pouco não entra no meu panteão dos favoritos, por muito pouco...


4/20, mais um a caminho dos 20 :mrgreen4nw:

Boa review grayfoxpt. Já colocas-te algures neste fórum a tua classificação pessoal de cada um destes livros? Tenho alguma curiosidade, confesso :rolleyes:

Good reading :friends:
Read
Mataram o Sidónio!, Francisco Moita Flores
Different Seasons, Stephen king
The Great Gatsby, F. Scott Fitzgerald

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Sunset Park, Paul Auster



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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Thanatos » 15 Jun 2009 11:08

Samwise wrote:(já agora, o IT, e como já foi noticiado, é tão character-book como o The Stand - até talvez o seja mais ainda -, e tem a linha narrativa coerente que falta a este...)

Sam



e tem um fim que não lembra ao Diabo. :rolleyes: Mas tirando isso ainda continua a ser, para mim, a magnum opus dele.

Uma das recordações mais satisfatórias que tenho do livro é que foi o meu primeiro hardcover. Na altura custou-me comprá-lo mas só o prazer de ter um livro que se afastava dos «vulgares» paperbacks em que até à data tinha lido King, causou um frisson e deu-me outra perspectiva na leitura. Por mais que se fale de que o que interessa é o conteúdo (e eu também acho que sim), o facto é que os olhos também comem e o tacto do papel cremoso e de granulagem mais pesada dos hardcovers consegue imprimir uma outra experiência de leitura que os paperbacks não têm.

Por seu lado os paperbacks são excelentes companheiros de viagem, leves, pequenos, cabem em qualquer bolso ou bolsa e ao fim e ao cabo contam a mesma história.
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby grayfox » 15 Jun 2009 11:26

pageHunter wrote:4/20, mais um a caminho dos 20 :mrgreen4nw:

Boa review grayfoxpt. Já colocas-te algures neste fórum a tua classificação pessoal de cada um destes livros? Tenho alguma curiosidade, confesso :rolleyes:

Good reading :friends:


assim que puder respondo no tópico do King! :thumbsup:
mas se fores aos tópicos respectivos acho que deixei a minha opinião em todos, os outros são o different seasons, o 'salem's lot e o on writing!
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby pageHunter » 15 Jun 2009 11:36

Thanatos wrote:
Samwise wrote:(já agora, o IT, e como já foi noticiado, é tão character-book como o The Stand - até talvez o seja mais ainda -, e tem a linha narrativa coerente que falta a este...)

Sam



e tem um fim que não lembra ao Diabo. :rolleyes: Mas tirando isso ainda continua a ser, para mim, a magnum opus dele.

Uma das recordações mais satisfatórias que tenho do livro é que foi o meu primeiro hardcover. Na altura custou-me comprá-lo mas só o prazer de ter um livro que se afastava dos «vulgares» paperbacks em que até à data tinha lido King, causou um frisson e deu-me outra perspectiva na leitura. Por mais que se fale de que o que interessa é o conteúdo (e eu também acho que sim), o facto é que os olhos também comem e o tacto do papel cremoso e de granulagem mais pesada dos hardcovers consegue imprimir uma outra experiência de leitura que os paperbacks não têm.

Por seu lado os paperbacks são excelentes companheiros de viagem, leves, pequenos, cabem em qualquer bolso ou bolsa e ao fim e ao cabo contam a mesma história.


Eu confesso que também dou outro valor a uma edição Hardcoder. No entanto as edições paperback acabam por ser normalmente a minha preferência, sobretudo pelo preço e pelas vantagens que referiste. Existe outra vantagem para mim nos paperback que não referiste, que é o facto de serem mais leves. Para quem gosta de ler por exemplo deitado na cama ou no sofá o Hardcover torna-se pesado e desconfortável.
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Re: The Stand (complete and uncut)

Postby Thanatos » 15 Jun 2009 11:42

pageHunter wrote:
Thanatos wrote:
Samwise wrote:(já agora, o IT, e como já foi noticiado, é tão character-book como o The Stand - até talvez o seja mais ainda -, e tem a linha narrativa coerente que falta a este...)

Sam



e tem um fim que não lembra ao Diabo. :rolleyes: Mas tirando isso ainda continua a ser, para mim, a magnum opus dele.

Uma das recordações mais satisfatórias que tenho do livro é que foi o meu primeiro hardcover. Na altura custou-me comprá-lo mas só o prazer de ter um livro que se afastava dos «vulgares» paperbacks em que até à data tinha lido King, causou um frisson e deu-me outra perspectiva na leitura. Por mais que se fale de que o que interessa é o conteúdo (e eu também acho que sim), o facto é que os olhos também comem e o tacto do papel cremoso e de granulagem mais pesada dos hardcovers consegue imprimir uma outra experiência de leitura que os paperbacks não têm.

Por seu lado os paperbacks são excelentes companheiros de viagem, leves, pequenos, cabem em qualquer bolso ou bolsa e ao fim e ao cabo contam a mesma história.


Eu confesso que também dou outro valor a uma edição Hardcoder. No entanto as edições paperback acabam por ser normalmente a minha preferência, sobretudo pelo preço e pelas vantagens que referiste. Existe outra vantagem para mim nos paperback que não referiste, que é o facto de serem mais leves. Para quem gosta de ler por exemplo deitado na cama ou no sofá o Hardcover torna-se pesado e desconfortável.


Referi sim. :wink:

Aliás esta discussão do paperback vs. hardcover é já recorrente cá no fórum. Ambos os formatos tem prós e contras como em tudo. :wink:

Eu não deixo de gostar mais dos livros pelo seu formato mas agora que tenho maior disponibilidade financeira gosto de comprar edições mais duráveis.

Comecei a ler o King nuns paperbacks da NEL (New English Library) que comprava nos Restauradores naquela que é hoje a Tema. E não deixei de gostar menos do autor ou dos romances por causa disso. O chato é que com dois ou três anos nas estantes os paperbacks ficavam todos amarelados e o papel parecias que ficava áspero ao toque. Uma pena. :sad:
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