La Mort en Directe

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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 13 Oct 2009 20:06

Ainda hesitou um momento mas de que valia? Afinal fora ele que se decidira a vir falar. Cautelosamente, para não alarmar o outro, pousou a espingarda no chão e deu dois passos atrás.

- Então agora ouve-me. Depois de me teres deixado lá em cima com ela – em traços largos narrou o que se tinha passado desde então. Roberto ouviu-o pacientemente. Quando parou de falar Rafael notou que a porta estava muito mais aberta. Roberto já não estava tão cauteloso.
- Que achas do que te contei?
- Não sei bem... Quero dizer posso garantir-te que não fui eu que tentei entrar no centro. Acho que nem sequer conseguia ir lá dar. Isto para mim ainda é um bocado labiríntico. Mas também não sei se o raio da cadeira não caiu por si. Se calhar prendeste-a mal. É que não estou a ver que mais possa fazer sentido. Ou achas que um dos infectados conseguiu entrar cá dentro? Eu acho que depois deste tempo todo se conseguissem entrar aqui já o tinham feito. Portanto... que pretendes? Passar o complexo a pente fino?
- Para dizer a verdade... não sei que fazer. Ainda estou meio apardalado com aquilo da Sara.
- Mau... não me vais dar uma lição pois não? Tu bem viste como ela estava. Estou a dizer-te a gaja estava infectada. E andava a esconder isso da gente. Fiz um favor a nós foi o que foi.
- Achas mesmo que sim Roberto? E os outros? Também estavam infectados?
Roberto limitou-se a olhá-lo. Não havia resposta possível pois ambos sabiam que o que se tinha passado nada tinha a ver com a doença. Tinha sido o bom e velho institnto de sobrevivência a ditar as acções deles. Uma mera questão de matemática. Nada mais.

Encolheu os ombros. O momento da desconfiança parecia passado para trás das costas. O que lhes restava agora? Levar a Sara para junto dos outros.

Juntos procuraram plásticos grandes o suficiente para a enrolar. Ataram as pontas e carregaram-na para fora do complexo. Fizera-se noite e a multidão, como habitualmente, agitava-se mais. Alguns pareciam que se iam embora. Outros pareciam que chegavam. Nunca se tinham demorado a observá-los com muita atenção. Ainda ninguém sabia como se propagava o vírus pelo que convinha não arriscar alguma exposição. O certo é que quando o dia despontava eles continuavam junto à cerca, imóveis e ameaçadores. Um lembrete vivo da pandemia que absorvera o mundo. Curiosamente nenhum deles parecia sucumbir à doença. O que não deixava de ser estranho. Mas nos últimos tempos as estranhezas acumulavam-se demais no quotidiano deles para andarem a tomar nota a todos os pormenores.
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Re: La Mort en Directe

Postby Samwise » 15 Oct 2009 19:17

Estamos aguardantes. :smile:


Isto agora está-me a parecer mais um filme à Carptenter. Algures entre o The Thing , o Prince of Darkness e o Ghosts of Mars.
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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 15 Oct 2009 19:25

Samwise wrote:Estamos aguardantes. :smile:


Isto agora está-me a parecer mais um filme à Carptenter. Algures entre o The Thing , o Prince of Darkness e o Ghosts of Mars.



Por momentos li estamos aguardentes! :lol2:

Humm então quer dizer que a tua percepção do texto se modifica consoante ele aparece?

Assim da cartola o que pensas que se está a passar? Já agora confesso que fico curioso. É um bocado como andar a ver uma série televisiva e andar a conjecturar que vai ser isto ou aquilo. Conta aí. Eu prometo que se andares perto da minha ideia actual - e digo actual porque até ao final isto pode sofrer uma reviravolta - eu serei o primeiro a dizer que acertaste. Para já pelos filmes apontados estás um bocado ao lado. :wink:
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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 15 Oct 2009 19:49

Levaram o corpo até à vala comum que tinham improvisado logo por ocasião da segunda baixa, numa altura em que dez deles ainda estavam vivos e a equipa técnica e administrativa da cadeia de televisão não tinha fugido. Rafael pensou, não pela primeira vez, como a suposta razão da infecção de Sara fora empolada além de qualquer razoabilidade pelo Roberto. No fundo o outro queria apenas assegurar que a despensa com cada vez menos mantimentos o manteria mais algum tempo vivo e a Sara era mais uma boca a alimentar. E no entanto agora ali estava ele, lado a lado com o outro, a balançarem o corpo inerte, preparando-se para lançá-lo para cima dos outros. Os outros que também eles, alegadamente, tinham mostrado sinais de infecção. Quanto tempo mais até que a suposta trégua durasse? Quanto tempo mais até que Roberto decidisse que também ele, Rafael, mostrava sinais duma infecção que ao fim e ao cabo nenhum deles sabia muito bem o que era, como se manifestava e que causas tinha?

Novamente dentro do complexo encaminharam-se para o refeitório do pessoal. Era naquele momento o local mais limpo de todo o complexo talvez porque ao fim de pouco tempo após a fuga dos responsáveis ter ficado com pouca utilização. Roberto preparou uma omolete rápida e dividiu-a com ele. Comeram em silêncio. Veio-lhe à cabeça que deixara a espingarda encostada à parede no piso subterrâneo. Roberto não tinha saído da casa das máquinas com a dele. Mas ele não conseguira deixar de reparar no volume que sobressaía da parte de trás das calças dele, tapado pela fralda da camisa. Não tinha grandes dúvidas que seria uma pistola do armeiro. Uma das várias que lá havia e que ele, na pressa, não se lembrara de também arranjar para si próprio. Sentia-se um bocado à mercê dos humores do outro.
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Re: La Mort en Directe

Postby Samwise » 15 Oct 2009 19:49

Thanatos wrote:Humm então quer dizer que a tua percepção do texto se modifica consoante ele aparece?


Não necessariamente. Apenas que com o desenrolar da história vamos tendo mais pormenores com o que contar - e logo vamos tendo um panorama mais abrangente da coisa.

A ideia do Carptenter vem de vário sítios: a questão da infecção e da desconfiança entre os companheiros vem mesmo do The Thing, embora aqui neste texto haja qualquer coisa mais que ainda não revelaste e que justificou aquele assassinato: Depois a ideia do complexo fechado e de estarem rodeados por "infectados", do outro lado da cerca, lembra o Prince of Darkness, em que os de fora não entram para atacar, e os de dentro não se atrevem a sair - ao mesmo tempo que vão sendo dizimados por alguma um força que desconhecem. Bom, enfim, o ambiente lembra-me ainda o jogo de computador Half-Life.

Outra associação engraçada de ser feita é em relação ao Jurassic Park - a situação é basicamente a mesma: um grupo de sobreviventes do lado de dentro de uma cerca electrificada, os técnicos de manutenção ausentes, e um grupo de predadores do lado de fora, à espera para comer... :mrgreen4nw:

Assim da cartola o que pensas que se está a passar? Já agora confesso que fico curioso. É um bocado como andar a ver uma série televisiva e andar a conjecturar que vai ser isto ou aquilo. Conta aí. Eu prometo que se andares perto da minha ideia actual - e digo actual porque até ao final isto pode sofrer uma reviravolta - eu serei o primeiro a dizer que acertaste. Para já pelos filmes apontados estás um bocado ao lado. :wink:


O que se está a passar?

Alguém se lembrou de fazer um reality show qualquer meio-marado, do qual não sabemos muitas regras - sabemos os participante estão num complexo vedado ao exterior, com cercas electrificadas, que há uma sala com armas, outra com câmaras de vigilância, que as informações passadas para o exterior acerca dos participantes foram forjadas para fazer subir as audiências, e que, algures a meio da coisa, deflagrou uma epidemia qualquer que infecta as pessoas (pensamento: uma experiência qualquer que correu mal no reaity show e que começou por infectar alguém lá de dentro). O pessoal da manutenção fugiu sem dar cavaco, possivelmente levando o virus para fora, e agora há um exercito de zombies à porta, resultantes do espalhar da epidemia no exterior, a ver se conseguem entrar para infectarem os que faltam, o Roberto e o Rafael.
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Re: La Mort en Directe

Postby urukai » 25 Oct 2009 14:01

Não há mais?

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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 25 Oct 2009 15:51

Esta semana passada tive de cama. Assim que houver mais posto logo aqui.
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Re: La Mort en Directe

Postby urukai » 25 Oct 2009 16:24

gripe A?

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Re: La Mort en Directe

Postby urukai » 04 Nov 2009 23:29

Desististe?

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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 05 Nov 2009 11:44

Não desisti. Mas tenho tido azar com as doenças. E agora com o organizar da antologia ando com menos atenção.

De qualquer forma assim que entrar no prazo de submeter textos a coisa vai sossegar. Espero eu! :tongue:
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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 05 Nov 2009 23:42

Mas ou o Roberto não estava assim tão paranóico nem movido contra ele ou ainda não considerava a altura a mais propícia a desfazer-se dele. Tanto melhor porque assim teria tempo de reorganizar as ideias. Acima de tudo tinha de manter o sangue-frio e perceber como melhor capitalizar na aparente trégua. A melhor forma de ganhar tempo era manter Roberto ocupado. Com esse intuito sugeriu-lhe que fizessem um inventário da comida que tinham para ver se havia necessidade de começarem a racionar. Um mês sem fornecimentos podia ter causado uma severa falta de alimentos embora ao longo do mês fossem cada vez menos a comerem. No quotidiano sempre tinham usado as refeições pré-feitas que estavam nos frigoríficos do refeitório e nenhum deles, antes da epidemia, se preocupara sequer com esse aspecto sendo que a produção tinha levado para o comlexo dois cozinheiros e duas ajudantes que tratavam das refeições de toda a equipa e dos concorrentes. Daí que desconheciam por completo como estavam de mantimentos, fora um cuidado que nenhum deles tivera anteriormente. Roberto abraçou a ideia e foram à despensa do refeitório ver com estavam as prateleiras e as arcas frigoríficas. Levou pouco tempo a descobrirem que os produtores do programa não tinham sido fuinhas com os gastos na comida. Havia de tudo um pouco na despensa: pão, doces, compotas, geleias, sobremesas pré-feitas, desde pudins a arroz doce e mousse de chocolate, açúcar, sal, massas, arroz, enlatados vários, desde atum e sardinhas até salsichas, carne em salga, refeições semi-preparadas, ultracongelados de peixe, carne, pizzas, canelloni, peru, galinha, vaca, porco, garoupa, ovas, chocos, lulas, polvo, cherne, robalo, café, chá, água, licores, vinho e cerveja. Congelados ou semi-cozinhados em doses individuais. Mais que suficiente para duas pessoas para, pelo menos e contas feitas por alto, uns dois anos. Era uma autêntica cornucópia de sabores. De ânimo mais aberto os dois encaminharam-se até uma das janelas que dava vista para fora. Junto à vedação o mesmo espectáculo de sempre. Os infectados continuavam imóveis, como estátuas. Aliás pareciam tão estátuas que... dir-se-ia que eram, de facto, estátuas. Manequins. De repente uma ideia absurda cruzou a mente de Rafael. Virou-se para o Roberto:

- Sabes do que me lembrei? E se fossêmos fazer uma caça ao pato?
- Que estás para aí a falar? - perguntou Roberto, lançando-lhe um olhar desconfiado.
- Estou a falar deles ali fora. - e apontou para a vedação. - Não está aqui ninguém a ver-nos nem a julgar-nos. E afinal de contas quem se iria importar? Não há doidos que viam este programa com uma fidelidade religiosa? Então... mesmo que alguém veja isto só vai ter o que queria.
- Mas tu estás maluco? Uma coisa somos nós a matar-nos uns aos outros. Outra coisa é ir ali fora disparar sobre aqueles desgraçados. Não é a mesma coisa e sabes bem disso.
- Ai sim? E qual é mesmo a diferença? Não mataste a Sara? E aqueles ali não estão infectados?
- Mas aqueles não me estão a ameaçar a saúde...
- Não estão porque temos esta vedação entre nós e eles. E quem sabe? Na volta são como os animais... matamos dois ou três para dar o exemplo e os outros desistem de manter a guarda.
- Se assim fosse aqueles desgraçados que estão na rede já tinham servido de dissuasores. Não me parece que matar mais uns a sangue-frio dê grande resultado.
- Mesmo que não dê. Dá para nós descarregarmos a adrenalina.
- Epá, eu nisso não alinho. Isso é assassínio a sangue-frio. Pensei que eras mais humano.
- Desculpa que te diga Roberto mas não fui eu que-
- Já chega! Voltas a falar na Sara ou no Filipe ou seja lá em quem for. O que fiz foi o necessário. Viste bem o caos em que isto se estava a tornar. Ou vais-me dizer que agi mal?
- Nem por sombras. Acho que já percebemos, tu e eu que fizeste o que achaste o mais correcto e quem sou eu para te julgar mas, é que estava aqui a olhar para eles ali fora e parecem-me, não sei, nem sequer me parecem humanos. Já viste algum deles de perto?
- Não. Nem estou interessado. Ninguém sabe como o raio do vírus se propaga. Imagina que basta um espirro.
- Se fosse assim tão fácil até o teres ficado cheio de sangue da Sara era o suficiente para já estares infectado.
- Estás a sugerir que eu já estou infectado? - perguntou Roberto afastando-se subrepticiamente um passo de Rafael. Este reparou no semblante carregado do outro e decidiu que era melhor não forçar a sorte, até porque para já estava em desvantagem.
- Não estou a sugerir nada. Apenas que não me aprece que o vírus se transmita assim tão facilmente. Só isso. Tem lá calma contigo.
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Re: La Mort en Directe

Postby Madame Butterfly » 16 Dec 2009 17:14

Thanatos wrote:La Mort en Directe


tsst tsst tsst...
Tira lá o "e" da palavra "directe" para eu ler o conto :tongue:
Confesso que tenho uma certa fobia às gralhas (dizem que o primeiro passo para a cura é reconhecer que se tem um problema :whistling: ) e, embora temendo represálias deste muito estimado administrador, não consegui deixar passar o erro...que, por acaso, se encontra logo no título :biggrin:

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Re: La Mort en Directe

Postby Thanatos » 16 Dec 2009 18:13

Madame Butterfly wrote:tsst tsst tsst...
Tira lá o "e" da palavra "directe" para eu ler o conto :tongue:
Confesso que tenho uma certa fobia às gralhas (dizem que o primeiro passo para a cura é reconhecer que se tem um problema :whistling: ) e, embora temendo represálias deste muito estimado administrador, não consegui deixar passar o erro...que, por acaso, se encontra logo no título :biggrin:


Se me conseguires explicar o teu entendimento da gralha até pode ser que atenda a tua petição. Caso contrário acionarei a respectiva sanção. :devil:
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Re: La Mort en Directe

Postby Madame Butterfly » 17 Dec 2009 00:24

Thanatos wrote:Se me conseguires explicar o teu entendimento da gralha até pode ser que atenda a tua petição. Caso contrário acionarei a respectiva sanção. :devil:


Se o objectivo era transmitir em francês a ideia de "em directo" por oposição a "diferido", então a ortografia correcta da expressão é "en direct" e não "en directe"...

<!--fonto:Verdana--><span style="font-family:Verdana"><!--/fonto--><!--sizeo:2-->[size=85]<!--/sizeo--><!--fonto:Verdana--><span style="font-family:Verdana"><!--/fonto--><!--sizeo:2-->[size=85]<!--/sizeo-->Se eu estiver certa, posso ser eu a aplicar uma sanção?<!--sizec-->[/color]<!--/sizec--><!--fontc-->[/color]<!--/fontc--> :whistling:
<!--sizec-->[/color]<!--/sizec--><!--fontc-->[/color]<!--/fontc-->

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Re: La Mort en Directe

Postby Samwise » 17 Dec 2009 00:34

Madame Butterfly wrote:<!--fonto:Verdana--><span style="font-family:Verdana"><!--/fonto--><!--sizeo:2-->[size=85]<!--/sizeo--><!--fonto:Verdana--><span style="font-family:Verdana"><!--/fonto--><!--sizeo:2-->[size=85]<!--/sizeo-->Se eu estiver certa, posso ser eu a aplicar uma sanção?<!--sizec-->[/color]<!--/sizec--><!--fontc-->[/color]<!--/fontc--> :whistling: <!--sizec-->[/color]<!--/sizec--><!--fontc-->[/color]<!--/fontc-->


Thanatos, estás tramado. Na próxima tertúlia já tens dois pares de mandíbulas afiadas prontas para te morderem quando menos esperares... :biggrin: (o outro par, para quem não estiver localizado, pertence à ilustre escriba de NELM).
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