P... que os pariu

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P... que os pariu

Postby pco69 » 16 Feb 2012 22:52

http://www.publico.pt/Política/cada-exemplar-do-programa-do-governo-custou-120-euros-aos-portugueses-1533719


Cada exemplar do programa do Governo custou 120 euros aos portugueses

14.02.2012 - 16:38 Por Margarida Gomes

O livro foi pago pelo gabinete do ministro Miguel Relvas (Rui Gaudêncio)
Governo mandou fazer 100 livros e pagou 12 mil euros por ajuste directo a uma gráfica.

O gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, encomendou em Dezembro, à Gráfica MaiaDouro, SA, a produção, por ajuste directo, de uma centena de exemplares do programa do Governo, denominado Compromisso para uma Nação Forte.

O preço contratual foi de 12 mil euros, o que significa que cada exemplar, feito em papel couché semimate, custou 120 euros. O contrato data de 9 de Dezembro e o prazo de execução foi de 10 dias.

Fonte do gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares confirmou ao PÚBLICO que os serviços gráficos se destinaram à impressão do programa do Governo, composto por 100 exemplares. Informa também que foi efectuado por ajuste directo, atendendo ao valor da aquisição "sem prejuízo de contactos informais com vista à obtenção de diferentes orçamentos".

No email enviado ao PÚBLICO, o ministério acrescenta que "foram contactadas, informalmente, três outras empresas, tendo esta [a Gráfica MaiaDouro, SA] apresentado o valor mais baixo".

O encargo foi suportado pelo orçamento do gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, atendendo a que Miguel Relvas "é o membro do Governo que tem responsabilidades de apoio ao primeiro-ministro na coordenação política".

A capa do livro tem um fundo em tons de cinza-prata e apresenta uma ilustração em alto-relevo. Segundo adiantou ontem fonte do gabinete de Miguel Relvas, os exemplares destinam-se exclusivamente ao Governo.

Trata-se de uma edição, toda a cores, cujo conteúdo é idêntico ao programa de Governo e ao balanço dos 100 primeiros dias do XIX Governo Constitucional.
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Re: P... que os pariu

Postby Anibunny » 17 Feb 2012 11:31

Pois... andamos todos em retenção de custos. Na escola onde estou a dar aulas eles até dizem para nós não tirarmos fotocópias a cores para os alunos! Eu até tiro frente e verso e coloco tudo em Arial tamanho 10 para não ocupar muitas folhas... No outro dia a impressora de lá passou-se e imprimiu-me um power-point de 30 folhas... Eu quase que ia tendo um chlique! Agora sempre que imprimo qualquer coisa, uso essas folhas e para anotar as observações das aulas/ reflexões etc. Até a Nanozine está a ser feita a preto e branco e estes cara***os a gastarem assim ao desbarato -.-"

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Re: P... que os pariu

Postby grayfox » 17 Feb 2012 12:25

pois na escola primária da minha enteada cada menino teve de levar um marcador no inicio do ano para a professora escrever no quadro durante o ano! por falar nisso ainda não enviei o e-mail ao ME a perguntar se aprovam isto.
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Re: P... que os pariu

Postby MAGG » 17 Feb 2012 15:05

Ainda é pior do que o indicado tenho visto situações de testes onde devido à má impressão nem se consegue lêr o texto ou sequer descortinar as perguntas etc... :deadhorse:

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Re: P... que os pariu

Postby Sharky » 17 Feb 2012 15:28

Discute-se Política mas não se pode discutir Futebol... :td:

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Re: P... que os pariu

Postby Bugman » 17 Feb 2012 15:46

Sharky wrote:Discute-se Política mas não se pode discutir Futebol... :td:


Os meus pais sempre me disseram que à refeiçao nao se deve discutir politica, desporto e religiao. Malandros que nunca me ensinaram como me comportar num fórum! :P
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Re: P... que os pariu

Postby pco69 » 17 Feb 2012 17:06

Sharky wrote:Discute-se Política mas não se pode discutir Futebol... :td:

Isto não é Politica!
Isto é um bando de GFDP(*) que usam o dinheiro do estado, ou seja nosso, para negociatas de merda para beneficiar os seus amigos.
E com lata de dizer que estamos a ser piegas!

(*)GFDP - Grandes Filhos Da P..a
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Re: P... que os pariu

Postby Bugman » 17 Feb 2012 17:24

Eu se volto a ouvir queixas dos piegas transformo-me... Por favor alguém que ponha aí o discurso do piegas, para se perceber que o que tem de ser relevado naquele discurso é o facto de, antes de piegas, ele chamar aos trabalhadores e desempregados portugueses preguiçosos e, não o dizendo, chupistas. A sério, vindo de quem vem, o piegas quase parece elogio, mas continuemos a fazer piadas com o piegas... Por um bocadinho menos fez-se uma petição a pedir que Alzheimer Silva se demitisse (e peço desculpa a quem tem de lidar com vítimas dessa doença por os comparar a tão vil criatura).
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Re: P... que os pariu

Postby Sharky » 17 Feb 2012 18:12

Bugman wrote:Por favor alguém que ponha aí o discurso do piegas

Oh Bugman, deixa de ser piegas pá :P


“Temos de ser ambiciosos e exigentes com o ensino, com a investigação e o saber, com as empresas”, afirmou Passos Coelho durante uma intervenção na cerimónia do 40.º aniversário das escolas do grupo Pedago, que tem sede em Odivelas, e em cujo Instituto Superior de Ciências Educativas deu aulas.

Para Passos Coelho, “hoje, mais do que nunca”, é preciso “enfatizar a relevância” de os portugueses serem “totalmente exigentes e nada complacentes com a facilidade”, apelando à “transformação de velhas estruturas e velhos comportamentos muito preguiçosos ou, às vezes, demasiado autocentrados”, por outros “descomplexados, mais abertos, mais competitivos”.

A este propósito, deu como exemplo da “diferença” entre uma atitude ambiciosa e exigente e outra “agarrada ao passado” o debate em torno da tolerância de ponto no Carnaval, considerando que há quem prefira continuar a “lamentar-se com as medidas, com os feriados, com o Carnaval” em vez de lançar “mãos à obra”.

Passos Coelho lembrou que o país vive uma situação de “emergência nacional” e como foi “caricato” aquilo que aconteceu no ano passado, quando a troika estava em Portugal para negociar a assistência financeira: “Quem emprestava dinheiro trabalhava enquanto o país aproveitava os feriados e as pontes”.

É essa “primeira imagem negativa” que o primeiro-ministro diz tentar afastar diariamente.

“Se queremos que nos olhem com respeito temos de nos olhar com respeito”, insistiu, criticando ainda discursos que consideram que há “demasiada austeridade”, que as medidas adoptadas para corrigir os défices do país são “muito difíceis” e, portanto, é melhor “andar para trás” e voltar “a gastar o dinheiro” que o país não tem, até porque “o FMI e a UE hão-de emprestar mais dinheiro, que remédio”, já que Portugal faz parte da zona euro.

“Devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e ter pena dos alunos, coitadinhos, que sofrem tanto para aprender”, ilustrou, considerando que só com “persistência”, “exigência” e “intransigência” o país terá “credibilidade”.

O primeiro-ministro considerou ainda que esta atitude de exigência deve começar na escola mas estender-se a todos os níveis da sociedade e deu como exemplo as empresas.

Para Passos Coelho, não se deve consumir “o que é português só porque é português”: “Temos de incutir em quem produz exigência e qualidade. Sabemos produzir com qualidade e devemos premiar aqueles que o fazem”, afirmou.

O primeiro-ministro pegou ainda no exemplo da escola e do ensino para defender que “se criou a falácia” de que as grandes reformas levam anos a produzir efeitos.

“Não é verdade. Em cada aula que se dá, tudo pode mudar. As pessoas ajustam-se rapidamente à mudança. Mas tem de haver uma mudança. Agora se se arranjam sempre desculpas e explicações para os maus resultados...”, afirmou.

“Os agentes ajustam-se muito rapidamente e antecipam os resultados quando há credibilidade”, acrescentou.


Fonte
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/pas ... as-1532562

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Re: P... que os pariu

Postby grayfox » 17 Feb 2012 23:59

Concordo!
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Re: P... que os pariu

Postby Anibunny » 18 Feb 2012 11:38

“Não é verdade. Em cada aula que se dá, tudo pode mudar. As pessoas ajustam-se rapidamente à mudança. Mas tem de haver uma mudança. Agora se se arranjam sempre desculpas e explicações para os maus resultados...”, afirmou.


Ele que venha à minha escolinha que eu digo-lhe o quanto eu consigo mudar numa aula XD
Last edited by Anibunny on 18 Feb 2012 15:10, edited 1 time in total.

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Re: P... que os pariu

Postby Bugman » 18 Feb 2012 11:48

Anibunny wrote:
“Não é verdade. Em cada aula que se dá, tudo pode mudar. As pessoas ajustam-se rapidamente à mudança. Mas tem de haver uma mudança. Agora se se arranjam sempre desculpas e explicações para os maus resultados...”, afirmou.


Ele que venha à minha escolinha que eu lhe digo o quanto eu consigo mudar numa aula XD

Quando ele for avisa, para eu te ajudar na lição. ;)
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Re: P... que os pariu

Postby MAGG » 02 May 2012 00:28

«Não iremos apresentar PEC nenhum», assegura Passos Coelho ...

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:deadhorse:

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Re: P... que os pariu

Postby pco69 » 04 May 2012 14:21

Tive quase a colocar isto no humor... mas depois pensei melhor :rolleyes:
Atenção... contém linguagem....vernácula :P


Spoiler! :
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Re: P... que os pariu

Postby pco69 » 05 May 2012 23:32

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interio ... co&page=-1

A persistência no erro, apesar dos múltiplos e permanentes avisos, torna ainda mais censurável a atitude daqueles que [querem] teimar, dia após dia, semana após semana, ano após ano, numa estratégia que [sabem] que não leva Portugal ao rumo certo.

A fiscalidade portuguesa vem assumindo um papel negativo na economia.

Ao invés de favorecer uma actividade económica forte e sustentável, o actual sistema fiscal virou-se predominantemente para maximização da arrecadação de receita, ignorando os efeitos sobre a economia. Acabando por não servir nem a economia, nem as finanças públicas.

Por outro lado, existe, para além dos impostos, uma multiplicidade de "taxas" aos vários níveis da Administração Pública que configuram verdadeiros impostos, já que pouco se nota a contrapartida concreta do seu pagamento.

A austeridade deverá ter presente os objectivos de minorar os impactos negativos, a curto prazo, sobre o crescimento, o emprego e sobre a coesão social.

Os funcionários públicos, os pensionistas e os contribuintes em geral não perceberiam a necessidade de ser sujeitos a novos sacrifícios, se o Sector Público Administrativo, o Sector Empresarial do Estado, "Novo Estado Paralelo" continuassem com as suas estruturas "gordas" e não se fizesse a reavaliação da PPPCs.

O emagrecimento das estruturas do Estado deverá ser conduzido de forma inteligente e não cegamente.

Em relação ao aumento das receitas fiscais, o esforço será feito sem aumento de impostos, baseando-se na melhoria da eficácia da administração fiscal, do combate à economia informal e à fraude e evasão fiscal, o que permitirá um alargamento da base tributável.

A austeridade não deverá afectar o rendimento real disponível dos grupos mais desfavorecidos da nossa sociedade (nomeadamente pensionistas).

Já [foram identificadas] áreas de oportunidade que, no período da legislatura, apontam para um "mix" de consolidação orçamental essencialmente baseado na redução da despesa (no intervalo global entre 4 a 5 pontos percentuais do PIB) e de um aumento da receita fiscal, sem alteração da carga fiscal, por via do alargamento da base tributária e do combate à evasão fiscal.

Desenganem-se aqueles que queiram ver [nisto] um instrumento de populismo, uma cedência à demagogia ou uma listagem de promessas fáceis.

O que deixamos à apreciação e ao escrutínio dos Portugueses resiste a qualquer teste de avaliação ou credibilidade. Tudo o [que] se propõe foi estudado, testado e ponderado. Consequentemente, as propostas são para levar a cabo e as medidas são para cumprir.

Também nisso queremos ser diferentes daqueles que nos governam e que não têm qualquer sentido de respeito pela promessa feita ou pela palavra dada. Assumimos um compromisso de honra para com Portugal. E não faltaremos, em circunstância alguma, a esse compromisso.

(Excertos do Programa Eleitoral do PSD para as legislativas, apresentado há 361 dias, a 8 de maio de 2011).

:whistle: :gen068:
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